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4 de abril de 2020

AGORA LASCOU! CORUNAVÍRUS OBRIGA PROSTITUTAS À OFERECEREM SEXO VIRTUAL


Profissionais do sexo estão recorrendo à internet para "compensar" a queda no movimento durante a quarentena para conter o avanço do novo coronavírus. Shows ao vivo, vídeos ou pacotes de fotos eróticas ajudam a manter a renda e, claro, saciar a luxúria de um público isolado por medo da Covid-19. 




Entre as acompanhantes de Campinas (SP) que seguem oferecendo seus serviços na crise, algumas relatam queda de até 80% na clientela. Há, no entanto, quem opte por se resguardar e evitar o contato tão próximo com medo da doença. 




Entre as que migraram do mercado do sexo real para o virtual está Beatriz, uma jovem de 20 anos que se diz "novata no ramo" e que viu uma oportunidade em um momento que muito setores estão fechando portas. "Com a crise do coronavírus, tive a certeza de que a pornografia digital iria aumentar muito", diz. 




A acompanhante relata que com a nova atividade, precisa entre três a quatro videochamadas de 10 minutos cada para obter o mesmo valor que receberia em um programa de uma hora: cerca de R$ 150. "Isso fora o mercado de camgirls", conta. 




Segundo a jovem, o efeito Covid-19 pode ter mudado os rumos da carreira no mundo da prostituição, e já pensa em focar mais nos atendimentos virtuais do que reais no futuro. 


Fonte: G1.

9 de novembro de 2016

MARCAS ILEGAIS DOMINAM 28% DO MERCADO DE CIGARROS DO RN

Pesquisa Datafolha mostra que 79% da sociedade do Nordeste está ciente de que o comércio de produtos ilegais favorece o crescimento da violência e da criminalidade. Os cigarros provenientes do Paraguai, dentre todos o principal produto contrabandeado nos dias atuais, é quem abastece o caixa e financia as atividades das facções criminosas.
 
 
 
 
 
 
 
 
Encomendada pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), em parceria com o Fórum Nacional Contra à Pirataria e Ilegalidade (FNCP), a pesquisa inédita revela ainda que 88% dos entrevistados da região acreditam que as altas taxas de impostos sobre produtos fabricados no Brasil favorecem o aumento do contrabandeados no território nacional.
 
 


Mesmo ciente dessa realidade, quando questionados sobre o consumo de produtos contrabandeados, 26% dos entrevistados do Nordeste admitem o hábito de comprar produtos ilegais, como eletrônicos, roupas, calçados, DVD’s de jogos e filmes e cigarros. No Rio Grande do Norte, 28% do mercado de cigarros é dominado por marcas ilegais, principalmente de origem Paraguaia.
 
 


Por outro lado, 90% da população do Nordeste é a favor da revisão de impostos sobre os produtos legais para tornar o seu preço mais acessível e mais competitivo em relação aos ilegais. E 63% acreditam que a redução de impostos sobre os cigarros fabricados no Brasil contribuiria no combate ao crime organizado. Além disso, metade dos brasileiros acreditam que o governo federal é o principal responsável pela entrada de produtos contrabandeados no país.
 

 
“O levantamento evidencia que o principal estímulo ao contrabando é a disparidade de preços, resultado da vantagem financeira que os criminosos têm em função da diferença de carga tributária entre o Brasil, onde algumas vezes atinge 88%, e o Paraguai, local onde é fixada em 16%. Ou seja, além da maior fiscalização nas fronteiras, faz-se também necessária a revisão dos impostos sobre os produtos nacionais para que tenhamos plena legalidade do mercado interno e mais segurança”, pondera Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial.
 
 


“A sociedade também está ciente que é responsabilidade do Governo Federal e de outras autoridades o combate ao contrabando no Brasil e, consequentemente, do aumento da criminalidade, com o tráfico de drogas e de armas”, conclui Vismona.
 
 


Além da violência e o tráfico de drogas, o desemprego e a evasão fiscal também são rastros que o contrabando de produtos ilegais deixa por onde passa. Por ano, o Brasil perde cerca de R$ 115 bilhões com o comércio de mercadorias ilegais, montante suficiente para construir 974 hospitais, ou 57 mil creches ou ainda 22 mil escolas públicas.

17 de janeiro de 2014

MODELO QUE FOI ESTRELA DA 'PLAYBOY' É ACHADA MORTA COM SUSPEITA DE OVERDOSE

A modelo Cassandra Lynn, que apareceu em várias edições da revista "Playboy" nos EUA, foi encontrada morta na quarta-feira (15), segundo o site TMZ. A polícia suspeita de overdose, mas a causa da morte ainda não foi confirmada, de acordo com o site, em notícia desta quinta (16).

Cassandra Lynn (Foto: Divulgação / Twitter oficial da modelo)

Cassandra, que tinha 34 anos, foi encontrada dentro de uma banheira na casa de amigos em Los Angeles. Eles chamaram os paramédicos, reportando uma overdose, mas os médicos já a encontraram morta, segundo o TMZ.

Nascida em 1979 em Utah, nos EUA, Cassandra foi estrela da seção "playmate" da "Playboy" em 2006. Depois de ficar conhecida pela revista, ela também participou da série de TV "Bikini destinations", em 2008.

13 de dezembro de 2012

IDOSA VIVE COM APENAS 11O REAIS POR MÊS EM CIDADE DO PIAUÍ

Moradora de uma casa de taipa em Miguel Leão, a 88 quilômetros de Teresina, a dona de casa Deodora Dias da Silva vive com os R$ 110 que recebe de um programa social federal. “Meu esposo trabalha em uma pequena lavoura e é de lá que colhemos o arroz e o feijão para comermos", diz ela. "Às vezes, a colheita não é boa e sobrevivemos com a ajuda dos outros”, diz a dona de casa.

Dona de casa, Deodora Dias da Silva, de 61 anos, conta que sua renda não passa dos R$ 110 por mês (Foto: Gil Oliveira/ G1)Dona de casa, Deodora Dias da Silva, de 61 anos, conta que sua renda não passa dos R$ 110 por mês

De acordo com Antônio José de Abreu (PT), que é vereador na cidade, a maioria da população recebe algum tipo de auxílio. "Nossa economia se baseia nos recursos distribuídos através dos programas do governo federal e dos salários pagos aos funcionários da prefeitura", diz ele.

Segundo dados do site da Caixa Economica Federal, de dezembro de 2012, 206 famílias do município de Miguel Leão são atendidas pelo programa Bolsa Família.

Sem coleta, moradora joga lixo no quintal de sua casa no Centro de Miguel Leão  (Foto: Gil Oliveira/ G1)

Jaqueline de Sousa é professora da rede municipal de ensino. Ela diz que está há três meses sem receber salário. “A última vez que recebi meu salário foi em agosto de 2012. Desde então não recebo pelas aulas que leciono", reclama. "Continuo indo à escola por causa do amor que sinto pelos alunos e sei que sem dar aulas eles serão prejudicados”, diz. Procurado, o atual prefeito de Miguel Leão, José Angerry Pereira de Sousa, que está viajando e não quis se pronuciar.

Fonte e fotos: G1.com