11 de junho de 2026

RN PASSA A EXIGIR EXAME TOXICOLÓGICO PARA QUEM VAI TIRAR A PRIMEIRA CNH

Quem pretende tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no RN agora precisa fazer exame toxicológico. A exigência passou a valer para processos de habilitação das categorias A, B e AB abertos a partir de 1º de junho de 2026.

 

Segundo o órgão, o candidato pode fazer o exame toxicológico em qualquer etapa do processo de habilitação. No entanto, a emissão da CNH ficará condicionada à comprovação de resultado negativo.

 

Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RN), a mudança ocorre por causa da Lei nº 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 

O exame passa a ser obrigatório para a emissão da Permissão para Dirigir (PPD), documento concedido aos motoristas recém-habilitados.

 

O exame deve ser feito em laboratórios credenciados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

 

Do Blog: Até que enfim algo positivo, haja vista que antes só era exigido para categorias profissionais. 

ENDIVIDAMENTO RECORDE ATINGE 81,6% DOS BRASILEIROS E INADIMPLÊNCIA SOBE

O endividamento das famílias brasileiras atingiu um novo recorde em maio. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 81,6% dos lares possuíam algum tipo de dívida no período, acima dos 80,9% registrados em abril e dos 78,2% observados em maio do ano passado. 

 

O resultado marca o quinto mês consecutivo de alta e foi divulgado pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). O
levantamento considera compromissos como cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado, empréstimos pessoais, carnês de loja e financiamentos de veículos e imóveis.

 

A inadimplência também apresentou avanço, passando de 29,7% em abril para 29,9% em maio. Já o percentual de famílias que afirmam não ter condições de quitar as dívidas em atraso permaneceu estável em 12,3%. O cartão de crédito continua sendo a principal fonte de endividamento, citado por 84,6% das famílias. Em relatório, a CNC destacou que a modalidade preocupa devido aos juros elevados do crédito rotativo, em 428,3% ao ano.

 

Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, a inadimplência subiu 1,7 ponto percentual em relação ao mês anterior, alcançando 38,6%. Já a parcela de consumidores que se consideram muito endividados chegou a 17%, o maior nível desde junho de 2024. 

 

Para o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, os juros elevados continuam pressionando o orçamento doméstico e reduzindo o poder de compra das famílias, mesmo com o processo de queda da taxa Selic ocorrendo de forma gradual. 

 

Por outro lado, a entidade identificou sinais de alívio. O percentual de famílias com dívidas superiores a um ano aumentou para 33,3%, enquanto o comprometimento médio da renda recuou para 29,3%. Entre os inadimplentes, 49,3% possuem contas atrasadas há mais de 90 dias, menor índice do ano, e o tempo médio de atraso caiu para 65 dias. 

 

Diante da alta do endividamento nos próximos meses, a CNC avalia que as atenções do mercado se voltam para o programa Desenrola 2.0, lançado pelo governo com a expectativa de estimular a renegociação de débitos e reduzir a inadimplência. 

 

REJEIÇÃO A LULA SUPERA APROVAÇÃO HÁ 18 MESES

Dados da pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) confirmam 18 meses consecutivos em que a rejeição dos brasileiros a Lula (PT) e a seu governo é maior que a aprovação. Em janeiro de 2025, quando pela primeira vez esse instituto de pesquisas registrou rejeição de Lula maior que a aprovação, isso foi registrado como “fato inédito” naqueles dois primeiros anos do terceiro governo do petista. Em maio de 2025, a rejeição subiu em flecha e chegou a atingir os 57%.

 

Desde meados de 2025, a rejeição a Lula oscila entre os 48% apontados pelo levantamento desta semana e 53% apurados há um ano.

 

Em maio de 2026, a rejeição ao governo Lula era de 49%. Segundo manchetes amigas, a imagem de Lula supostamente “melhorou”.

 

Este ano, a aprovação de Lula se manteve apenas entre 43% e 47%. A rejeição, sempre maior, ficou entre 48% e 52%.

 

A pesquisa Quaest foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BR-03598/2026 e a margem de erro é de dois pontos percentuais.