11 de março de 2026

JORGE ALERTA PARA RISCO DE “CIDADE COM MEDO DE CRESCER” EM DEBATE SOBRE NOVO PLANO DIRETOR DE MOSSORÓ; VEJA VÍDEO

O empresário e pré-candidato a deputado estadual, Jorge do Rosário, manifestou preocupação com o debate em torno do novo Plano Diretor de Mossoró, que prevê a redução do perímetro urbano do município. Para ele, a proposta pode trazer impactos diretos ao desenvolvimento econômico da cidade e limitar novos investimentos no setor imobiliário.



Durante entrevista ao programa Cenário Político, da TCM Telecom, nesta segunda-feira (9), Jorge classificou a iniciativa como um equívoco e defendeu que o planejamento urbano deve estimular o crescimento da cidade, e não restringi-lo.

 

 




Segundo ele, o atual perímetro urbano foi definido há cerca de duas décadas, quando o Plano Diretor estabeleceu as áreas aptas para construção e expansão da cidade. A mudança proposta pela Prefeitura, no entendimento do empresário, pode reduzir oportunidades de desenvolvimento.



“Hoje existe uma área urbana definida quando o Plano Diretor foi elaborado há quase vinte anos. Agora, nesse novo Plano Diretor, a Prefeitura decidiu diminuir essa área. Isso significa reduzir o tamanho da cidade, e eu não vejo justificativa para isso”, afirmou.



Jorge também questionou o argumento de que a redução do perímetro ajudaria a diminuir os custos com serviços públicos. Para ele, o papel da gestão pública é justamente criar condições para ampliar investimentos e acompanhar o crescimento urbano.



“Restringir o crescimento porque vai gerar demanda pública significa que vamos ficar restritos a uma cidade pequena, com medo de crescer”, destacou.



A discussão sobre o novo Plano Diretor tem mobilizado diferentes setores da economia local. Investidores, imobiliárias, empresários da construção civil e incorporadoras acompanham o debate com atenção, diante da possibilidade de que novos projetos e empreendimentos sejam impactados pela redefinição da área urbana de Mossoró.



Para Jorge, o momento exige diálogo com a sociedade e com os setores produtivos, de forma a garantir que o planejamento urbano esteja alinhado com o potencial de expansão econômica da cidade.

FUNCIONÁRIA DE CONFIANÇA É PRESA POR DESVIO DE QUASE R$ 300 MIL DE INSTITUIÇÃO ASSISTENCIAL NO RN

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta terça-feira (10), a Operação Desvio de Rota, que resultou na prisão preventiva de uma mulher investigada por desviar recursos de uma entidade assistencial no estado. O mandado foi cumprido no bairro de Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal.

 

 

Segundo as investigações, a suspeita prestava serviços à instituição e se aproveitou da posição de confiança para realizar sucessivos desvios de dinheiro que deveria ser destinado às atividades da entidade. As apurações apontam que o prejuízo causado chega a aproximadamente R$ 277.187,81.

 

 

Durante as diligências, a Polícia Civil reuniu elementos que indicam a participação direta da investigada no esquema. Além disso, foi constatado que ela já possuía histórico criminal relacionado a crimes patrimoniais, o que reforçou o pedido de prisão preventiva.

 

 

Diante da gravidade do caso e da possível reiteração criminosa, a polícia representou pela prisão da suspeita, medida que foi autorizada pela Justiça.

 

 

Além da prisão, a Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores da investigada no montante de R$ 277.187,81, quantia equivalente ao prejuízo causado à instituição. O objetivo é garantir que o valor possa ser futuramente restituído à entidade.

STF NÃO ENCONTRA SAÍDA PARA MAIOR CRISE DE CREDIBILIDADE DA SUA HISTÓRIA

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, tem discutido reservadamente com os ministros saídas institucionais para a maior crise de credibilidade da história da Corte, mas suas opções são limitadas por questões regimentais, políticas e jurídicas. A mais temida por envolvidos seria incentivar o afastamento voluntário de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por exemplo, mas a medida, “dura e necessária”, dizem juristas com atuação no tribunal, não faz o estilo do cauteloso Fachin. Tanto assim que ele só pensa no STF do futuro, com seu Código de Conduta.

 

Outra opção seria encaminhar as suspeições à Procuradoria Geral da República, mas seu titular Paulo Gonet também é alvo de críticas.

 

Ministros defendem que o STF estaria “sob ataque” e que a Fachin não resta alternativa senão defender a instituição e blindar os envolvidos.

 

Como nada está tão ruim que não possa piorar, revela-se que Daniel Vorcaro bancou gastos extravagantes de ministros em Londres.

 

Há ministros convencidos de que, sem o STF tomar providências, ao Senado não restará alternativa senão abrir processos de impeachment.