26 de fevereiro de 2026

PROJETO APRENDER RECEBE VISITA DE JORGE DO ROSÁRIO E AMPLIA DIÁLOGO SOBRE INCLUSÃO PELO ESPORTE

O pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário visitou o Projeto Aprender, localizado no Conjunto Vingt Rosado, em Mossoró. A iniciativa, idealizada pela liderança comunitária Reizinho, atende crianças e jovens da comunidade por meio de uma escolinha de futebol voltada à formação esportiva e social.

 

Durante a visita, Jorge conheceu de perto a estrutura do projeto, conversou com alunos, familiares e organizadores, e reafirmou seu compromisso com o fortalecimento do esporte como ferramenta de inclusão e transformação social.

 

“São crianças e jovens praticando futebol, um esporte que é saúde. Além da questão social, que é fundamental, daqui também pode surgir um craque em nível nacional. Parabéns a Reizinho e a todos os garotos que se dedicam a um esporte tão importante, que é a paixão do brasileiro”, destacou o pré-candidato.

 

Reconhecido como defensor da bandeira do esporte, Jorge do Rosário tem pautado sua caminhada política na valorização de iniciativas que promovam oportunidades à juventude. Ele também ressaltou a necessidade de maior atenção do poder público à infraestrutura esportiva da cidade, citando a situação do Estádio Nogueirão, principal praça esportiva do município, que há anos enfrenta problemas estruturais.

 

Para Jorge, investir no esporte é investir em cidadania, saúde e futuro. “O esporte salva vidas, disciplina, afasta os jovens da vulnerabilidade e abre portas. Precisamos transformar essa realidade e colocar o esporte como prioridade nas políticas públicas”, concluiu.

DECISÃO DE MENDONÇA, RESTRINGINDO ACESSO, TIROU LULA DO CONTROLE DO INQUÉRITO

Circula a fantasia ingênua de que o ministro do STF André Mendonça restringiu a delegados, agentes e peritos da Polícia Federal o acesso à investigação do caso Banco Master, vetando compartilhamentos com os superiores, para supostamente abrir caminho à “blindagem” de colegas. Servidores experientes do STF acham que o ministro agiu certo: “Se não fizesse isso, o chefe da investigação não seria o relator e sim Lula (PT), por meio do diretor da PF”, diz um deles, há mais de 20 anos na Corte.

 

Ingênuos devem achar possível um magistrado reunir policiais, sem risco de ser denunciado, e ordenar: “Vamos blindar estas pessoas aqui”.

 

Além de preservar sua autoridade, Mendonça impede que o caso sirva para vingança pessoal, como sugere o rancor de Lula por Dias Toffoli.

 

O relatório sobre o ex-relator foi entregue por ordem de Lula a Edson Fachin, presidente do STF. E o portador não foi o delegado do caso.

 

A PF pediu suspeição de Toffoli sem submeter a alegação (e o relatório) ao crivo da PGR. Mas passou pelo crivo de Lula.