O professor Antônio Dantas de Oliveira (Toinho), de 43 anos foi encontrado morto a facadas, na noite desta terça (21), no apartamento onde morava, na Rua Pires Ferreira, em Caicó. De acordo com as primeiras informações, pessoas ainda não identificadas ligaram para o 190 da PM, informando da morte do professor.
Ao chegarem no local, os policiais se deparam com a vítima morta, com varias perfurações de faca pelo seu corpo. Havia muito sangue no local e marcas de pegadas e mãos nas paredes do apartamento. Os policiais acreditam que Toinho tenha sido morto na segunda-feira (20).
Os policiais resolveram preservar o local do crime, e aguardam a chegada de uma Equipe de Peritos do Itep de Natal. Antônio Dantas era vice-diretor da Escola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, e aparentemente não tinha inimigos.
Seus vizinhos ficaram abismados com a notícia de sua morte. A última vez que Toinho conversou com familiares foi na noite de domingo (19), quando atendeu telefonemas de uma irmã e de seu cunhado, marcando uma viagem no dia seguinte para Jardim de Piranhas. Na manhã da segunda Toinho nem apareceu e seu telefone celular já dava sinais de desligado.
"Uma voz feminina chegou a atender uma ligação e disse que o telefone não era dele. Na segunda tentativa o telefone já estava desligado", contou um dos familiares ao Blog. Para a Polícia, a morte do professor ainda é cercada de mistérios.
Ao chegarem no local, os policiais se deparam com a vítima morta, com varias perfurações de faca pelo seu corpo. Havia muito sangue no local e marcas de pegadas e mãos nas paredes do apartamento. Os policiais acreditam que Toinho tenha sido morto na segunda-feira (20).
Os policiais resolveram preservar o local do crime, e aguardam a chegada de uma Equipe de Peritos do Itep de Natal. Antônio Dantas era vice-diretor da Escola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, e aparentemente não tinha inimigos.
Seus vizinhos ficaram abismados com a notícia de sua morte. A última vez que Toinho conversou com familiares foi na noite de domingo (19), quando atendeu telefonemas de uma irmã e de seu cunhado, marcando uma viagem no dia seguinte para Jardim de Piranhas. Na manhã da segunda Toinho nem apareceu e seu telefone celular já dava sinais de desligado.
"Uma voz feminina chegou a atender uma ligação e disse que o telefone não era dele. Na segunda tentativa o telefone já estava desligado", contou um dos familiares ao Blog. Para a Polícia, a morte do professor ainda é cercada de mistérios.
Fonte: Marcos Dantas