15 de dezembro de 2022

GERENTE DE BANCO É PRESO SUSPEITO DE ENVOLVIMENTO EM ROUBO DE R$ 1,3 MILHÃO NO RN

Um gerente de banco foi preso nesta quarta-feira (14) suspeito de envolvimento em um roubo que aconteceu em janeiro deste ano em uma agência bancária de Natal, onde ele trabalhava. Na ocasião, o homem afirmou que tinha sido rendido e agredido pelo assaltante.

 

A prisão foi confirmada no início da tarde pela Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (Defur) da Polícia Civil.

 

Segundo a delegada Daniella Filgueira, mais de R$ 1,3 milhão foram roubados na ação. O dinheiro ainda não foi recuperado. Na casa do suspeito, os policiais também encontraram moedas de ouro que já teriam sido furtadas pelo gerente antes do assalto de janeiro. O crime teria sido planejado para encobrir os demais roubos.

 

Segundo a delegada, as investigações começaram com base nas imagens do circuito interno de segurança do banco, que foram cedidas à polícia.

 

Nas imagens divulgadas pela polícia na época do crime, era possível ver um homem entrando e saindo da agência com uma mochila. Outros funcionários relataram, no entanto, que não tinham percebido o crime.

 

Pouco tempo após a saída do assaltante, funcionários ouviram os gritos do gerente pedindo socorro e o encontraram preso em uma das salas da agência. O Corpo de Bombeiros foi acionado para abrir a sala trancada e libertar o funcionário, que foi levado a um hospital.

 

Segundo a polícia, no entanto, a cena não passava de uma armação.

 

Em novembro, em uma operação denominada “Poker Face”, a Defur cumpriu três mandados de busca e apreensão relacionados ao roubo. Durante as diligências, a equipe policial chegou até um homem de 22 anos, que, em depoimento, confessou a participação no crime.

LULA DEVE IGNORAR ANTECEDENTES PARA NOMEAR ALIADOS

Assim como pressiona o Congresso a mutilar a Lei das Estatais, a fim de permitir que políticos dirijam as empresas com a conhecida gula petista, o presidente Lula terá de alterar a regra de ouro que permite nomear sua turma para cargos de confiança. A regra é clara: antes da nomeação, é preciso que o indigitado receba uma espécie de atestado de “ficha limpa” da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O problema é que a companheirada está enrolada em centenas de processos de corrupção.

 

Fosse Lula um indicado a cargo público e não o presidente eleito, certamente teria dificuldades de receber o “nada consta” da Abin.

 

Pela regra adotada inclusive nos primeiros governos Lula, a Abin vasculha a vida do indigitado, sobretudo antecedentes criminais.

 

Abin verifica a ficha do cabra, contas irregulares e pendências na praça, histórico de processos e vedações do controle interno, por exemplo.

 

Como a Abin assiste ao presidente, Lula deverá ignorar essa regra de ouro e nomear quem bem entender, como permite a Constituição.

 

 Por: Cláudio Humberto/Diário do Poder.

 

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