6 de maio de 2026

FATALIDADE! HOMEM MORRE ELETROCUTADO NA ZONA RURAL DE CIDADE SERIDOENSE

Um homem identificado como "Raimundo de Joaquim Moco", foi vítima de um choque elétrico na zona rural de Ouro Branco, quando o mesmo mexia em uma bomba d’água. O acidente fatal ocorreu na noite desta terça-feira (05). O corpo de Joaquim foi encontrado por familiares.

BOA! NOVA LEI AUMENTA PENAS PARA FURTO, ROUBO E GOLPES

Passaram a valer nesta segunda-feira (4) as novas regras que ampliam as penas para crimes como furto, roubo, receptação e estelionato no Brasil. A mudança foi estabelecida pela Lei 15.397/2026, publicada no Diário Oficial da União.

Além disso, a legislação também endurece punições para crimes virtuais, incluindo golpes praticados pela internet. Dessa forma, o objetivo é reforçar o combate a práticas criminosas que vêm crescendo nos últimos anos.

Penas ficam mais rigorosas

Com a nova lei, os crimes passam a ter penas mais altas. No caso de furto, por exemplo, a reclusão agora varia de 1 a 6 anos, enquanto antes o limite máximo era de 4 anos.

Além disso, o furto de celular recebeu tratamento mais severo. Agora, a pena varia de 4 a 10 anos, deixando de ser enquadrado como furto simples. Da mesma forma, o furto por meio eletrônico pode chegar a até 10 anos de prisão.

Roubo e crimes com morte também mudam

No caso de roubo seguido de morte, a legislação também trouxe alterações importantes. A pena mínima, que antes era de 20 anos, passou para 24 anos de reclusão.

Além disso, a lei mantém punições para estelionato, com pena de 1 a 5 anos de prisão, além de multa. Já a receptação de produtos roubados passou a ter pena de 2 a 6 anos, ampliando o rigor em relação à regra anterior.

Crimes contra telecomunicações entram na lei

Outro ponto importante envolve crimes contra serviços de comunicação. A interrupção de serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, que antes previa detenção de 1 a 3 anos, agora passa a ter pena de reclusão de 2 a 4 anos.

Com isso, o texto busca proteger infraestruturas essenciais, especialmente diante do aumento de ocorrências envolvendo redes de telecomunicações.

Agravantes ampliam punições

Além das mudanças nas penas, a lei também estabelece situações que podem aumentar ainda mais a punição. Por exemplo, a pena será aplicada em dobro quando o crime ocorrer durante calamidade pública.

Da mesma forma, haverá agravamento nos casos de roubo ou destruição de equipamentos instalados em torres de telecomunicação.

Objetivo é reforçar combate ao crime

Por fim, a nova legislação surge como resposta ao crescimento de crimes patrimoniais e digitais no país. Assim, o endurecimento das penas busca ampliar o efeito dissuasório e, consequentemente, reduzir a incidência dessas práticas.

MENOS DE 40% DOS BRASILEIROS CONFIAM NO STF, MOSTRA PESQUISA

Um levantamento feito pelo Instituto Real Time Big Data, divulgado nesta terça-feira (5), mostra que 55% dos brasileiros não confiam no Supremo Tribunal Federal (STF). 

 

Outros 36% dizem confiar na Suprema Corte do país; 9% não souberam responder. 

 

  • Não confio: 55%
  • Confio: 36%
  • Não sabem/não responderam: 9%

 

A pesquisa questionou os eleitores dos candidatos do governo e oposição: Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

 

Entre os eleitores de Flávio, 74% dos entrevistados não confiam no STF. Já 42% do eleitorado do petista dizem também não confiar no tribunal.

 

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. 

 

Do Blog: Não só o STF, a justiça toda no Brasil não é confiável.