1 de maio de 2026

COM REJEIÇÃO A MESSIAS E DOSIMETRIA, LULA TOMA ‘PERDEU, MANÉ’ QUE NÃO ESPERAVA

Foram acachapantes e simbólicas as derrotas humilhantes de Lula (PT) no Senado e no Congresso, o primeiro rejeitando Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e o outro derrubando o veto presidencial ao projeto da dosimetria, A vaga pretendida por Messias tem significado: era de Luís Roberto Barroso, criador de um bordão do ativismo judicial. Assim, o aliado de ontem tornou-se, involuntariamente, o autor da frase que resume a humilhação histórica imposta a Lula: “Perdeu, mané”.

 

Única iniciativa de conciliação nacional desde as sentenças raivosas do 8/Jan, a dosimetria faz justiça, mas o rancoroso Lula quer ver “sangue”.

 

Derrotando a dupla Lula/Messias, o Senado decidiu que há limites para o aparelhamento do Judiciário.

 

Messias carregava dois pesos mortos rejeitados: um histórico de ativismo radical de esquerda e o currículo considerado insuficiente até por aliados.

 

Barroso sai de cena deixando a vaga e o bordão. Lula fica com a frase, e a constatação amarga de que, desta vez, quem perdeu, mané, foi ele.

IRMÃ, CUNHADO E MAIS 4 RÉUS SÃO CONDENADOS PELO ASSASSINATO DE COMERCIANTE DE 22 ANOS NO RN

O Tribunal do Júri condenou a irmã, o cunhado e outros quatro réus pelo assassinato da comerciante Pollyana Nataluska Costa de Medeiros, de 22 anos, em maio de 2021, em Natal. Segundo as investigações, o crime foi motivado por uma disputa por herança.

 

O resultado foi proclamado por volta da 0h desta quinta-feira (30) encerrando o julgamento iniciado na segunda-feira (27) no Plenário do Fórum Miguel Seabra Fagundes, na capital potiguar.

 

Luciano Cabral de Souza, Paloma Nataluska Costa de Medeiros, Alcivan Bernando da Silva, João Paulo Rocha e Josivan Pereira da Silva foram condenados pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

 

Já Orklithye Mayklie Moronel Matias de Oliveira foi condenado por homicídio qualificado.

 

  • Paloma Nataluska Costa de Medeiros, irmã da vítima, apontada como um dos mandantes: condenada 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão. 

 

  • Luciano Cabral de Souza, cunhado da vítima, apontado como um dos mandantes do crime: condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão.

 

  • Josivan Pereira da Silva, sargento da Polícia Militar procurado pelo casal mandante para contratar assassinos: condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão. 

 

  • Alcivan Bernardo da Silva, piloto do moto usada no crime: condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão.

 

  • João Paulo Rocha, garupa da moto e autor dos tiros que mataram a vítima: condenado a 14 anos e 3 meses de reclusão. 

 

  • Orklithye Mayklie Moronel Matias de Oliveira, proprietário da moto usada no crime: condenado a 14 anos e 3 meses de reclusão.