23 de maio de 2026

LULA LIDERA REJEIÇÃO COM 48% E GOVERNO É REPROVADO POR 51%

O presidente Lula (PT) é o líder em rejeição entre os concorrentes das eleições presidenciais, segundo dados da pesquisa nacional da Gerp, divulgada nesta sexta-feira (22). São 48% dos eleitores afirmando não votar de jeito nenhum no petista, que ainda tem seu governo reprovado por 51% dos brasileiros entrevistados nesta semana. 

 

O governo de Lula ainda é aprovado por 41% dos eleitores, mas a avaliação do presidente é negativa para 47% dos brasileiros. O petista é classificado como péssimo por 37% e como ruim por 10% dos entrevistados. E recebe avaliação positiva de 37%, com 18% de ótimo e 19% de bom. A avaliação regular é de 15%. 

 

O segundo pré-candidato a presidente mais rejeitado é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal rival de Lula, com 41% afirmando não votar de jeito nenhum no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A terceira pior rejeição é do governador mineiro Romeu Zema (Novo), com 15%, empatado com o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que desistiu de concorrer à Presidência da República para concorrer ao governo do Ceará.

 

A pesquisa Gerp foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo nº BR-07971/2026. E fez 2.000 entrevistas com eleitores de todo território nacional, entre os dias 18 e 21 deste mês de maio. A margem de erro é de 2,24 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

HOMEM É EXECUTADO A TIROS NA PORTA DE CASA EM CIDADE SERIDOENSE

Um crime de homicídio foi registrado no final da tarde desta sexta-feira, (22) na cidade de Florânia, tendo como vítima, Diego Targino Soares, de 32 anos, vulgo, “Vem Vem Cigano”, que usava tornozeleira de monitoramento, e era acusado de envolvimento com homicídios. A vítima foi morta em frente da casa. Os autores e a motivação do crime ainda são desconhecidos.

CASAL É MORTO E CRIANÇA DE 7 ANOS FICA GRAVEMENTE FERIDA A TIROS DENTRO DE POUSADA NO INTERIOR DO RN

Um duplo homicídio foi registrado na madrugada desta sexta-feira, (22) em Pendências, tendo como vítimas, um homem conhecido como “Lô” e uma mulher identificada como “Neguinha”. O crime aconteceu em uma pousada localizada no Centro da cidade, em frente ao mercado público. Além do casal, também estavam no local uma criança de 7 anos e outro homem, apontado inicialmente como possível pai da mulher.

 

Os suspeitos mandaram o homem se afastar e, em seguida, efetuaram diversos disparos contra o casal, que morreu no local antes da chegada do socorro. Durante a ação criminosa, a criança de 7 anos foi atingida por um tiro no abdômen.

 

A Polícia Militar encontrou a menina ferida e com intenso sangramento. Ela foi socorrida para o hospital da cidade e, devido à gravidade do ferimento, transferida para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

 

Após o crime, os autores fugiram e ainda não foram identificados. A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do duplo homicídio. Informações preliminares apontam possível relação com atividades ilícitas.

JUSTIÇA ITALIANA RECONHECE PERSEGUIÇÃO, NEGA EXTRADIÇÃO E SOLTA CARLA ZAMBELLI

A Justiça da Itália anulou nesta sexta-feira (22) a extradição da ex-deputada Carla Zambelli ao Brasil.

 

Segundo o advogado da ex-deputada, Alessandro Sammarco, a Suprema Corte também determinou a libertação de Zambelli, que até então estava presa em um presídio nos arredores de Roma.

 

Os seis juízes da Corte de Cassação, última instância judicial da Itália, negaram a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A Corte reconheceu, de forma explícita, os argumentos centrais da defesa: Zambelli é vítima de perseguição política no Brasil. Isso representa duro revés para o governo Lula (PT) e o ministro do STF Alexandre de Moraes, principal artífice das acusações. A prisão de Zambelli virou teste internacional sobre a credibilidade do Judiciário brasileiro. Perdeu, mané.

 

A decisão italiana expõe, com clareza, o que vem sendo denunciado há anos: a judicialização da política e a politização da Justiça no Brasil.

 

Os juízes negaram extradição e validaram a alegação de que, no Brasil, dissidência política é criminalizada pelo aparato repressivo do Estado.

 

Contaminar justiça com política viola princípios fundamentais do direito internacional que impedem extraditar em caso de “persecuzione politica”.

 

Recebeu tratamento de precedente incômodo o governo e STF insistirem em classificar opositores como “golpistas” ou “ameaças à democracia”.