24 de junho de 2026

SUPLENTE DE VEREADORA FORTALECE GRUPO DE JORGE DO ROSÁRIO EM PARNAMIRIM

A pré-candidatura de Jorge do Rosário (PL) à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte segue ganhando novos apoios em diferentes regiões do estado. Em Parnamirim, mais uma liderança política anunciou adesão ao projeto: a suplente de vereadora do União Brasil, Raysa de Macedo, que conquistou 415 votos na última eleição municipal.



Raysa passa a integrar o grupo de lideranças que trabalha em apoio ao nome de Jorge do Rosário no município. Ela se junta a nomes como Marciano Júnior, Ricardo Wagner, Rehuel, Reinaldo Azevedo, Valmir Júnior, Lucas Mathias e Francemildo, ampliando a base de apoio da pré-candidatura na cidade.



Segundo Raysa, o grupo está unido em torno do objetivo de fortalecer a representação de Parnamirim no Legislativo estadual.



“Jorge será um amigo na Assembleia para ajudar Parnamirim, e é esse o nosso compromisso. Estamos formando um grupo forte, com pessoas que querem contribuir para o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou.

 

Jorge do Rosário agradeceu o apoio e destacou a importância da participação de novas lideranças no projeto político que vem sendo construído para as eleições de 2026.



“Recebo com muita alegria a chegada de Raysa ao nosso grupo. É uma liderança que conhece a realidade de Parnamirim, tem serviços prestados e compartilha do nosso propósito de trabalhar pelo desenvolvimento dos municípios potiguares”, ressaltou.

FUJIMORI ALCANÇA VANTAGEM IRREVERSÍVEL SOBRE SÁNCHEZ PARA PRESIDENTE DO PERU

A candidata de direita Keiko Fujimori alcançou uma vantagem insuperável no segundo turno das eleições presidenciais no Peru na noite de terça-feira (23). Com 50,118% dos votos, Fujimori deve ser eleita presidente do Peru apesar do adversário Roberto Sánchez não reconhecer o resultado.

 

Às 2h de quarta-feira (24), Fujimori estava com 9.206.241 votos, frente os 9.162.855 de Sánchez, que contabiliza 49,822% dos votos. Faltam cerca de 40 mil votos a serem contabilizados, com 99,859% das urnas apuradas.

 

Mesmo que Sánchez levasse todos os votos restantes, Fujimori seguiria à frente.

FLÁVIO VAI AOS EUA TENTAR ‘SALVAR O PIX’ E BARRAR TARIFAÇO

O senador Flávio Bolsonaro oficializou sua inscrição para participar presencialmente de uma audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).

 

O objetivo principal da iniciativa, informada por interlocutores e aliados como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, é se posicionar de forma contrária à proposta de aplicação de tarifas de até 25% sobre produtos brasileiros, além de atuar diretamente para blindar o sistema de pagamentos Pix de sanções ou questionamentos do mercado externo.

 

A audiência em Washington está agendada para o dia 6 de julho, antecedendo o prazo final de 15 de julho estabelecido pelas autoridades norte-americanas para decidir sobre a adoção das restrições comerciais.

 

No documento formal enviado ao órgão de comércio dos EUA, a defesa do parlamentar solicitou um tempo de fala de cinco minutos para apresentar argumentos contra o “tarifaço”, uma medida protecionista que possui o potencial de afetar até 21% do volume total das exportações brasileiras para o mercado norte-americano.

 

A linha de argumentação que será apresentada pelo senador enfatiza que a imposição de barreiras tarifárias acaba por penalizar a sociedade civil e o setor produtivo brasileiro em vez de focar nos reais responsáveis pelas instabilidades diplomáticas recentes.

 

A estratégia recomendada por Flávio Bolsonaro defende a suspensão imediata da aplicação das tarifas de 25% propostas pelo USTR e a abertura de um mecanismo bilateral de negociação com agenda técnica, cronograma claro, metas definidas e criação de uma estrutura de acompanhamento e fiscalização mútua para manter os canais de diálogo institucionais ativos.

 

O relatório norte-americano que originou a proposta de sanções comerciais fundamenta-se em pontos críticos identificados no cenário institucional do atual governo brasileiro.

 

Entre os fatores listados no documento oficial dos EUA estão o retrocesso em pautas de combate à corrupção, exemplificado pela anulação de provas e sentenças da Operação Lava Jato, além da falta de transparência observada nos processos de renegociação dos acordos de leniência de grandes empresas nacionais.

 

Antes de formalizar o pedido de participação na audiência pública, a comitiva de interlocutores da oposição ao Palácio do Planalto já havia realizado agendas diretas em solo americano para pavimentar o caminho da diplomacia conservadora.

 

Foram mantidos contatos com lideranças da ala republicana, incluindo o presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, com a finalidade de construir pontes alternativas e demonstrar o descontentamento do setor econômico produtivo do Brasil com o avanço da escalada protecionista.