17 de agosto de 2026

CABO DEYVSON E JORGE ABREM CAMPANHA EM MOSSORÓ E MOSTRAM FORÇA EM GRANDE MOTOCIATA

Centenas de motociclistas participaram da motociata “Mossoró Mais Forte” na tarde deste domingo, 16, promovida pelo candidato a deputado federal Cabo Deyvson (PL) e pelo candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL).



A mobilização saiu do Portal do Saber, no Abolição I, percorreu 22 ruas da zona oeste e terminou na Praça do Abolição V, reforçando a defesa de Mossoró voltar a ter um deputado federal e uma atuação mais firme na assembleia.



Durante o ato, Cabo Deyvson destacou a segurança pública e afirmou que voltou à disputa “mais forte” para defender a população.



“Voltei duas vezes mais forte. Mossoró, as cidades, todo o Rio Grande do Norte precisa de uma voz firme em defesa da segurança. Na Câmara, vamos lutar por um Estado seguro para todos”, afirmou Deyvson.



Jorge reforçou a importância de unir segurança e geração de oportunidades.



“Segurança e emprego caminham juntos. Precisamos proteger as famílias e, ao mesmo tempo criar oportunidades para que Mossoró continue crescendo”, destacou.

‘FINANCIAL TIMES’ INFORMA QUE EUA AVALIAM ENQUADRAR MORAES, DE NOVO, NA LEI MAGNITSKY

O governo dos Estados Unidos voltou a avaliar a possibilidade de impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada neste domingo (16) pelo jornal britânico Financial Times, com base em relatos de pessoas familiarizadas com as discussões dentro do governo Donald Trump. 

 

Segundo o jornal, integrantes do governo americano estudam novamente a aplicação da Lei Global Magnitsky contra Moraes. O mecanismo permite aos Estados Unidos impor sanções a estrangeiros acusados de corrupção ou de graves violações de direitos humanos. Até o momento, porém, não há decisão definitiva sobre a adoção da medida nem indicação de quando ela poderia ser implementada. 

 

Moraes já foi alvo da Lei Global Magnitsky. Em julho de 2025, o ministro foi incluído na lista de sancionados pelo governo americano. Na ocasião, o então secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, acusou o magistrado de promover uma campanha de censura, detenções arbitrárias e processos considerados politizados, incluindo medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.  


As sanções foram retiradas em dezembro daquele mesmo ano, menos de cinco meses após sua aplicação. A reversão ocorreu durante um período de reaproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, as medidas também haviam atingido a esposa de Moraes e uma empresa ligada à família do ministro. 

 

Agora, a atuação de Moraes em uma investigação envolvendo jornalistas e possíveis fontes de reportagens voltou a chamar a atenção do governo americano. 

 

De acordo com o Financial Times, o ministro autorizou operações policiais contra um jornalista e duas pessoas apontadas como possíveis fontes de informações relacionadas ao ministro Flávio Dino e a familiares dele.