10 de setembro de 2026

NO PAREDÕES, JORGE RECEBE APOIOS E AMPLIA FORÇA NAS RUAS

A receptividade nas ruas vem dando força à caminhada de Jorge do Rosário (PL) rumo à Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira, 9, no bairro Paredões, o candidato foi recebido com abraços, cumprimentos e manifestações de apoio dos moradores.        

 

 

Durante a caminhada, Jorge conversou diretamente com a população e ouviu reivindicações que infelizmente ainda fazem parte do cotidiano do bairro, como a falta de pavimentação e o esgoto a céu aberto.



“É nas ruas que a gente conhece os problemas e ouve as reivindicações de quem vive a realidade. Quero levar essas demandas para a Assembleia e trabalhar por uma Mossoró com mais infraestrutura, geração de emprego e oportunidades. Também vamos defender os direitos das pessoas com deficiência, garantindo inclusão, respeito e dignidade”, afirmou.



A cada caminhada, cresce o sentimento de que Mossoró precisa voltar a ter uma representação de origem da cidade e comprometida com as demandas reais da população e com os interesses da cidade e da região. É nesse caminho que Jorge vem construindo sua caminhada, lado a lado com os mossoroenses.

FACHIN RETIRA DE ALEXANDRE MORAES O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS E SINALIZA SEU ENCERRAMENTO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta quarta-feira (9) a retirada do ministro Alexandre de Moraes da relatoria do Inquérito das Fake News, que, instaurado em 2019 pelo então presidente da Corte, Dias Toffoli, t, parecia interminável. 
 
 
Além de exclujir Moraes da relatoria do “inquérito do fim do mundo”, Fachin avocou a condução desse inquérito e sinalizou seu arquivamento.
 

Segundo o despacho do presidente do STF, os inquéritos, petições e demais procedimentos preliminares vinculados ao Inquérito 4.781/DF retornam à relatoria da presidência no estado em que se encontram. Após analisar o material reunido ao longo desses anos, a presidência encaminhará os autos à autoridade policial e, em seguida, à Procuradoria-Geral da República (PGR). Caberá à PGR decidir o que deve resultar em denúncia e o que pode ser arquivado, conforme a lei e o Regimento Interno do STF. A decisão encerra a condução do caso por Moraes e transfere a avaliação do conjunto da investigação para a Presidência da Corte, que agora definirá os próximos passos junto ao Ministério Público.