16 de outubro de 2026

INVESTIGADOS POR ESQUEMA DE APOSTAS ILEGAIS NO INTERIOR DO RN TERÃO QUE PAGAR R$ 1,4 MILHÃO

Três pessoas investigadas por envolvimento em um esquema de apostas ilegais confessaram práticas ilícitas e firmaram um acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). O acordo, segundo o órgão, prevê o pagamento de R$ 200 mil e a perda de outros R$ 1,2 milhão, totalizando R$ 1,4 milhão.

 

O caso faz parte da Operação Conto da Sorte, que investiga um grupo suspeito de explorar jogos de azar usando, entre outros recursos, a Lotseridó, loteria criada pela Prefeitura de Bodó, no interior do Rio Grande do Norte.

 

As investigações também apontaram o uso de empresas de fachada e de sistemas digitais para direcionar usuários a sites de apostas ilegais. As apurações continuam em relação aos demais investigados.

LULA DIZ QUE NÃO SABIA QUE BOLSA FAMÍLIA PASSOU QUASE 4 ANOS SEM REAJUSTE

Em entrevista à TV Globo nesta quinta-feira (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou que não sabia que o Bolsa Família, principal programa social do governo federal, estava havia quase quatro anos sem reajuste.

 

Lula classificou a situação como "inexplicável", disse que cobrou explicações de seus ministros e determinou o aumento do benefício assim que tomou conhecimento da falta de correção.

 

O governo anunciou o primeiro reajuste do Bolsa Família desde o início do atual mandato de Lula em 17 de setembro, a apenas 17 dias do primeiro turno das eleições. Antes disso, em 31 de agosto, o Executivo havia enviado ao Congresso Nacional a proposta de Orçamento de 2027 sem prever recursos para a correção do benefício.

TSE QUER SABER O TAMANHO DA FARRA DO GOVERNO LULA COM PROPAGANDA

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta quinta-feira (15) que o governo federal apresente dados detalhados sobre os gastos com publicidade no primeiro semestre de 2026.

 

A decisão foi tomada em ação movida pelo PL contra Lula (PT) e o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira.

 

Por unanimidade, os ministros referendaram a liminar do relator do caso, André Mendonça, que obriga a Secom e o órgão responsável pela gestão orçamentária do Executivo a fornecer a relação dos empenhos relacionados à publicidade. As informações deverão ser entregues em formato auditável, incluindo valores, reforços, anulações e cancelamentos de empenhos, além das respectivas campanhas ou ações de comunicação.

 

O TSE também determinou o envio dos dados referentes a 2023, 2024 e 2025. 

 

A Lei das Eleições proíbe que, no 1° semestre de ano eleitoral, as despesas com publicidade ultrapassem a média dos gastos registrados no mesmo período dos 3 anos anteriores.

 

O PL alega que Lula e Sidônio Palmeira podem ter descumprido essa regra. Até o momento, porém, o tribunal não julgou se houve irregularidade. A decisão desta quinta-feira trata exclusivamente da obtenção dos dados necessários à análise do caso.