21 de setembro de 2026

BELO HORIZONTE E BOA VISTA ABRAÇAM A DOBRADINHA EM GRANDE MOTOCIATA

Motos, bandeiras, abraços e muita gente nas ruas. Foi assim que os bairros Belo Horizonte e Boa Vista receberam na noite deste sábado, 19, Jorge do Rosário e Cabo Deyvison, candidatos do PL a deputado estadual e federal.



A Motociata dos Elementos tomou as ruas e novamente virou uma grande passeata. Uma multidão acompanhou a dobradinha, com esquinas lotadas e moradores nas calçadas acenando, fazendo fotos e registrando a passagem dos candidatos.


No meio do povo, Cabo Deyvison e Jorge dançaram, abraçaram, conversaram e tiraram selfies. O contato direto com os moradores transformou o percurso em uma grande manifestação popular.



E a cada mobilização, o recado das ruas ganha força: o mossoroense quer mudança e já escolheu sua dobradinha para as eleições do dia 4 de outubro.

IDOSA É MORTA COM TIRO NA CABEÇA AO ABRIR A PORTA DE CASA PARA HOMEM QUE ERA PERSEGUIDO NO INTERIOR DO RN

A idosa, Maria de Fátima de Oliveira Silva, de 66 anos, morreu no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, após ser atingida por um disparo de arma de fogo na porta de casa, em Assú.

 

Segundo informações,  a mulher estava em casa quando foi chamada à porta por um homem que seria alvo de uma tentativa de homicídio. A vítima foi atingida por um disparo na cabeça. O homem que seria o suposto alvo da tentativa de homicídio também foi atingido pelos disparos.

“VIVA”! NÚMERO DE PESSOAS EM SITAÇÃO DE RUA NO GOVERNO LULA PULA DE 200 PARA QUASE 400 MIL

Se as pessoas em situação de rua no Brasil formassem uma cidade, ela já seria maior do que as capitais Vitória (ES), Palmas (TO) ou Rio Branco (AC). Em junho de 2026, o Cadastro Único registrava 392,4 mil pessoas nessa condição. Em dezembro de 2022, eram 198,7 mil. Em pouco mais de três anos e meio do governo Lula (PT), quase dobrou a legião de miseráveis nas ruas. Desde 2015, quando o CadÚnico apontava 52,4 mil, salto de 597%, enquanto a população brasileira crescia 0,4% ao ano.

 

Desde janeiro de 2023, o ritmo médio de moradores de rua subiu para 4,6 mil por mês. Entre 2019 e 2022, a média foi de 2 mil ao mês.

 

O governo atribui a alta à “melhoria do cadastramento”, mas se fosse só subnotificação, a curva se estabilizaria depois da correção. Mas cresceu.

 

Censos municipais acham menos gente nas ruas do que o CadÚnico. No Rio, a prefeitura contou 8.195 em 2024; o cadastro federal, 23 mil.

 

Em São Paulo, o censo de 2021 falava em 31,9 mil famílias em situação de rua, mas, no CadÚnico, passou dos 104 mil.

 

Do Blog: Lula: "Só vota em mim os lascados...".