Após se “queimar” na comunidade internacional pela omissão
diante da escandalosa fraude eleitoral na Venezuela, o presidente Lula (PT)
passou a ser atacado pelo ditador que protege e bajula, agora enfurecido porque
o governo petista não retirou o veto ao ingresso venezuelano no grupo do Brics.
O veto foi imposto pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) a Venezuela e Nicarágua,
mas Lula resolveu não mexer nisso, na cúpula de Kazan, tentando não se
desgastar ainda mais perante o mundo.
Sobrou até para Celso Amorim, ideólogo da bajulação a
ditadores “de esquerda”, as críticas de Maduro na nota de convocação do
embaixador.
Chamando seu embaixador no Brasil para “consultas”, Maduro
sinalizou que pode levar sua fúria ao extremo de romper relações diplomáticas.
Maduro mandou seu chanceler e o procurador-geral chamar Lula
de mentiroso e farsante, por “encenar” um acidente para não ir a Kazan.
O Itamaraty acha que o ditador até retire a embaixada da
Argentina em Caracas da tutela brasileira, abrindo caminho para prender
asilados.