Também foi considerado irônico ‘tributo’ do TSE ao nº 22 do PL a multa desproporcional de R$22,9 milhões, aplicada ao partido em novembro.
A multa foi arbitrada pelo TSE por “litigância de má fé” do PL, ao levar ao próprio tribunal auditoria privada sobre supostas falhas na eleição.
O relator da inelegibilidade é o algoz nº 2 de Bolsonaro no TSE, ministro Benedito Gonçalves, conhecido por suas relações de amizade a Lula.
Para banir Bolsonaro, alega-se uma reunião com embaixadores sobre urna eletrônica, logo após Edson Fachin ter feito o mesmo pelo TSE.

















