21 de agosto de 2025

MORAES TEM CARTÃO DE CRÉDITO BLOQUEADO

Ao menos uma instituição financeira já começou a aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e bloqueou um cartão de crédito do magistrado. Moraes é algo do governo dos Estados Unidos, que impôs a aplicação da lei contra o brasileiro, acusado pelo secretário de Estado de Donald Trump, Marco Rubio, de promover “detenções preventivas injustas” ao destacar que há “graves abusos de direitos humanos”.

 

De acordo com a publicação no jornal Folha de São Paulo, um cartão de bandeira Elo foi oferecido ao ministro.

 

Como Moraes foi alvo das sanções, há uma série de restrições impostas ao ministro, como congelamento de bens em solo norte-americano e proibição de negócios com cidadãos e empresas americanas. O governo Trump também anunciou a revogação de visto dos Estados Unidos do magistrado.

20 de agosto de 2025

GOVERNO FÁTIMA NÃO PAGA, E HOSPITAL SUSPENDE CIRURGIAS ORTOPÉDICAS POR FALTA DE MATERAL E PARALISAÇÃO DE TERCERIZADOS

No Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, cirurgias ortopédicas marcadas para esta terça-feira (19) foram suspensas sem aviso prévio. Os acompanhantes dos pacientes que seriam operados foram informados que o cancelamento ocorreu por falta de material fornecido pela empresa prestadora de serviços à Secretaria Estadual de Saúde.

 

Além da falta de material, os funcionários terceirizados, que inclui serviços de limpeza, maqueiros e cozinha, iniciaram uma paralização no fim de semana devido a salários, vale-alimentação e férias atrasadas.

 

Pacientes e acompanhantes dizem que a falta de pessoal impacta diretamente a rotina no hospital, com atraso de cirurgias e dificuldades básicas de higiene e alimentação.

CÂMARA DE NATAL APROVA RECEBIMENTO DE PEDIDO DE CASSAÇÃO DO MANDATO DE BRISA BRACCHI

A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta terça-feira (18) o recebimento do pedido de cassação do mandato da vereadora Brisa Bacchi (PT). Ao todo, 23 vereadores votaram a favor da abertura do processo – três foram contrários.

 

O pedido aponta que a parlamentar teria usado R$ 18 mil de emendas impositivas para financiar um evento que celebrou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Segundo o vereador Matheus Faustino (União), que protocolou o pedido, o evento teria tido cunho político, e utilização da verba teria ferido o Regimento Interno da Câmara.

 

“Minha consideração aqui é única e exclusivamente o que fala o regimento interno dessa Casa, de ética e quebra de decoro, Artigo 121 do Regimento Interno, que fala que você não pode abusar das suas prerrogativas, nem receber vantagens indevidas”, falou em entrevista nesta terça (18).

 

O evento em questão aconteceu no dia 9 de agosto e foi intitulado de “Rolé Vermelho – Bolsonaro na cadeia”.

 

A vereadora Brisa Bracchi disse que os recursos eram destinados ao pagamento de cachês de três artistas renomados, com histórico de apresentações nas cidades, e que, no processo, há uma “utilização política para perseguição do mandato”.

 

Segundo ela, em solidariedade ao mandato, os três artistas abriram mão dos cachês envolvidos.

 

CONTINUA UM MISTÉRIO O TRIPLO ASSASSINATO DE MULHERES NA BA

Três mulheres foram encontradas mortas em Ilhéus, no sul da Bahia, um dia após saírem para passear com um cachorro, nas praias turísticas do município. Os corpos das vítimas tinham marcas de facadas e foram abandonados em uma área de mata, perto do mar.

 

O crime chocou a população e tem movimentado as redes sociais, enquanto a polícia trabalha intensamente para identificar o que aconteceu.

 

O animal que estava com as vítimas foi o único sobrevivente do ataque. Ele foi deixado ao lado dos corpos, preso pela coleira em um coqueiro. Após a descoberta do crime, na tarde do sábado (16), o pet foi resgatado e abrigado pela família da tutora.

 

Alexsandra Oliveira Suzart, de 45 anos, e Maria Helena do Nascimento Bastos, de 41 anos, eram amigas, vizinhas e trabalhavam com atendimento profissional especializado no Centro de Referência à Inclusão e Ilhéus, unidade da rede municipal de ensino.

 

Segundo colegas educadores, as duas mulheres eram consideradas ótimas profissionais e eram queridas pelos pais dos alunos, que as buscavam para pedir conselhos em relação a educação dos filhos.

 

Já Mariana Bastos da Silva, de 20 anos, era universitária e filha de Maria Helena. Todas elas moravam em condomínios que ficam a 200 metros da praia.

 

A população realizou pelo menos duas manifestações na cidade por causa do crime. Os grupos, formados majoritariamente por mulheres, pediam celeridade nas investigações e justiça.

19 de agosto de 2025

POLICIAIS MILITARES SÃO AFASTADOS APÓS AGRESSÃO A HOMEM EM HOSPITAL NO SERIDÓ POTIGUAR

Dois policiais militares foram afastados das atividades após agredirem um homem dentro do Hospital e Maternidade Ana Bezerra de Almeida, em Santana do Seridó, no último sábado, (16). Imagens da ação circularam nas redes sociais.

 

De acordo com um familiar do homem agredido, ele estava no hospital acompanhando a irmã e o sobrinho. A família buscava a aplicação de uma injeção na criança que havia sido diagnosticada com pneumonia. Com a demora para o atendimento ao sobrinho, o homem se exaltou e começou a quebrar objetos na unidade.

 

Funcionários do hospital acionaram a Polícia Militar. Os policiais envolvidos pertencem à 11ª Companhia Independente de Parelhas, a 25 quilômetros de Santana do Seridó.

GOVERNO DOS EUA REAGE A DINO E DIZ QUE MORAES É ‘TÓXICO’

O governo dos Estados Unidos voltou a se manifestar sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, nesta segunda-feira (18), e reagiu à decisão do ministro Flávio Dino de proibir a aplicação de decisões de órgãos estrangeiros no Brasil sem a anuência da Corte. Moraes foi sancionado pela Lei Global Magnitsky que, entre outras punições, impede que o ministro brasileiro mantenha contas e bens nos EUA e também força bancos brasileiros que mantém relações com os EUA a obedecer as determinações. 

 

O perfil do Escritório de Assuntos Ocidentais do Departamento de Estado dos EUA chamou o magistrado brasileiro Moraes de “tóxico” e disse que nenhum tribunal estrangeiro pode anular as sanções impostas pelos Estados Unidos, “ou proteger alguém das severas consequências de descumpri-las”, avisa. Em postagem idêntica, traduzida para o português, o perfil oficial da Embaixada dos EUA reproduziu o pronunciamento do governo americano. 

 

A nota do governo americano também avisa que “quem oferecer apoio material a violadores de direitos humanos também pode ser alvo de sanções”.