O minerador Jair Vilani dos Santos, de 36 anos, morreu na tarde desta quarta-feira (9), quando trabalhava explorando caulim em uma mina no sítio Jacú, zona rural de Equador, município a 269 km de Natal. Parte da jazida caiu sobre o corpo do trabalhador, esmagando-o.
De acordo com informações do Hospital de Equador, Jair foi atingido por volta das 15h15 na região abdominal e na perna. Ele foi socorrido por policiais militares e chegou à unidade de saúde ainda com vida, mas não resistiu e morreu minutos depois. O corpo será levado para perícia no Itep de Caicó.
Jair era casado e vivia no próprio município de Equador. Ele é o segundo minerador morto durante o trabalho, em menos de três meses. No dia 29 de junho, João Batista Pereira da Silva, de 29 anos, também foi vítima fatal do mesmo tipo de acidente.
O vereador José Dirceu dos Santos, também funcionário do hospital, afirmou que as minas de Equador são de propriedade particular, e a atividade de exploração é clandestina. "São os homens-tatu, que literalmente se emburacam nas jazidas sem a devida proteção, expondo-se a risco de morte", define Dirceu.
De acordo com o vereador, após a morte de João Batista, em junho, iniciou-se uma série de discussões sobre a atividade no município. "Já houve audiência do Ministério Público e já recebemos aqui representantes da Procuradoria, da Polícia Federal, do Idema e Ibama", disse. "Eles deram um prazo para que a atividade nas minas seja legalizada".
De acordo com informações do Hospital de Equador, Jair foi atingido por volta das 15h15 na região abdominal e na perna. Ele foi socorrido por policiais militares e chegou à unidade de saúde ainda com vida, mas não resistiu e morreu minutos depois. O corpo será levado para perícia no Itep de Caicó.
Jair era casado e vivia no próprio município de Equador. Ele é o segundo minerador morto durante o trabalho, em menos de três meses. No dia 29 de junho, João Batista Pereira da Silva, de 29 anos, também foi vítima fatal do mesmo tipo de acidente.
O vereador José Dirceu dos Santos, também funcionário do hospital, afirmou que as minas de Equador são de propriedade particular, e a atividade de exploração é clandestina. "São os homens-tatu, que literalmente se emburacam nas jazidas sem a devida proteção, expondo-se a risco de morte", define Dirceu.
De acordo com o vereador, após a morte de João Batista, em junho, iniciou-se uma série de discussões sobre a atividade no município. "Já houve audiência do Ministério Público e já recebemos aqui representantes da Procuradoria, da Polícia Federal, do Idema e Ibama", disse. "Eles deram um prazo para que a atividade nas minas seja legalizada".
Fonte: dnonline





















