O Banco Central divulgou, nesta terça-feira (30), que o Brasil atingiu em maio o patamar da dívida pública bruta mais alto dos últimos cinco anos, ao alcançar R$ 10,6 trilhões devidos; o que representa 81,1% do produto interno bruto (PIB) do País. A má notícia para a economia brasileira foi exposta com a divulgação do déficit primário de 56,1 bilhões para maio, no setor público consolidado, que inclui União, estados, municípios e empresas estatais.
Tal rombo que teve contribuição decisiva do governo de Lula (PT), que apresentou saldo negativo de R$ 55,2 bilhões, o maior para o mesmo mês desde 2024. Enquanto estados e municípios tiveram resultado deficitário de R$ 1,2 bilhão, e empresas estatais registraram superávit de R$ 273 milhões.
Os dados do relatório Estatísticas Fiscais do Banco Central evidenciam que o déficit primário de maio deste ano eleitoral quase duplicou o valor atingido no mesmo mês do ano passado, quando o rombo foi de R$ 33,7 bilhões.

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