Apesar de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ter sido recebido com deferência especial na audiência do USTR (Ministério do Comércio de lá), os representantes do governo dos Estados Unidos – que têm o papel de julgar a aplicação de tarifas – deixaram claro que não conseguem entender como sanção dessa magnitude pode ajudar politicamente o atual presidente Lula (PT), como alega o pré-candidato de oposição a presidente.
Na cabeça dos burocratas americanos, aumentar tarifas prejudica o país e a economia, por isso o “benefício político” tem sido difícil de entender.
Eles ignoram que o PT aposta o tarifaço para vociferar contra os EUA e a oposição, no palanque. No tarifaço de 2025, Lula subiu nas pesquisas.
Ao confrontar Trump, líder da maior economia do mundo (e um dos mais rejeitados), Lula tenta se vender como grande adversário dos EUA.

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