Com o mesmo discurso de
que é perseguido, e que sua mulher também será perseguida, o agora ex-candidato
à prefeito de Jardim do Seridó, Iron Júnior, anuncia publicamente que não irá
recorrer da decisão da justiça que “cassou” seu registro de candidatura, e que
em seu lugar vai colocar sua mulher, Rosemária, que nas eleições de 2020 foi
proibida de concorrer uma vaga para a câmara municipal, porque estava inelegível por também ter seus
direitos políticos suspensos em face de uma condenação por ‘FURTO QUALIFICADO’,
‘FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS’ e ‘FALSIDADE IDEOLÓGICA’, crimes cometidos pela
mesma em sua cidade natal, Parelhas.
Na tentativa de
responsabilizar os seus adversários políticos, Iron Júnior diz que: “...eles
querem acabar com o povo pobre de Jardim do Seridó...”, quando na verdade, quem
pediu o indeferimento de seu registro de candidatura foi o Ministério Público
Eleitoral, sem nenhuma provocação do sistema oposicionista, haja vista que é
uma das prerrogativas do Promotor de Justiça, analisar de forma totalmente
imparcial, investigar e decidir se o candidato (a) está apto à concorrer as
eleições, como aconteceu no caso em questão, o qual o candidato estava em
desconformidades com a lei eleitoral.
Segundo comentários, a
troca do candidato pela mulher não agrada à todos da coligação, mas, o sistema
não tem outro nome, pois, das eleições de 2020 para a eleição atual, o grupo
ficou enfraquecido com “brigas” e migrações de várias lideranças políticas para
o sistema situacionista.
Por fim, não precisa ser
nem um cientista político para analisar o cenário atual, e que tudo isto só
favorece à candidata da situação, que terá ainda mais elementos para trabalhar e
explorar o nome da coligação, “Honestidade e Mais Trabalho’, haja vista os
crimes que em 2020 deixaram a mulher de Iron Júnior fora da disputa para a
câmara municipal.
Do Blog: Quem planta vento
colhe tempestade! Tudo isso é proveniente de crime cometido, e não de
perseguições. Humildade passa longe dai.