23 de novembro de 2024

DEPUTADO DIZ QUE INQUÉRITO INVENTA CRIME PARA DESTRUIR SEGMENTO POLÍTICO

O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) sugeriu, nesta sexta (22), que seu indiciamento no inquérito da Polícia Federal que investiga a tentativa de golpe de Estado para manter no poder o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seria fruto de uma narrativa para condenação sem depender de provas. E acusa o inquérito de inventar crime para destruir um segmento político, bolsonarista, sob alegação de defesa da democracia.

 

“A persecução penal de hoje se tornou perseguição política. Invenção de crime para destruir um seguimento [sic] político. E ainda clamam ser em nome da democracia”, escreveu, em suas redes sociais. 

 

Indiciado com seu aliado e ex-presidente e mais de três dezenas de indiciados de crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa, Ramagem critica o Supremo Tribunal Federal (STF), ao concluir que os trâmites legais teriam se resumido a “levar o desejado à imprensa”, como “condenação atual”. 

 

“STF lida com processos físicos sigilosos. Sigilosos aparentemente apenas aos investigados. Físicos para informar que ainda não houve juntada. Como a imprensa tem acesso a peças dos autos antes, e por que? Constroem malabarismo com a imprensa para uma tentativa, sem ter nada tentado, indiscutível aos dispositivos da norma penal geral. Mas regras gerais do ordenamento não importam mais”, condenou. 

 

O delegado da Polícia Federal que chefiou a Abin no governo de Bolsonaro ainda critica a alegação de investigadores de que os indiciados atuaram para “fomento à insatisfação popular” que culminaram nos atos antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023. E se refere à revolta contra a “descondenação” do presidente Lula (PT), que chegou a ser preso, em 2018, por corrupção e lavagem de dinheiro, ainda assim, obteve autorização da Justiça para disputar e vencer Bolsonaro, nas urnas, em 2022. 

 

“A revolta causada a grande parte da população foi a anulação de uma condenação em três instâncias, com farto conjunto probatório, levando o descondenado à presidência, além da destruição econômica que um governo PT causa ao Brasil”, argumentou Ramagem.

 

 

22 de novembro de 2024

GAROTO DE 13 ANOS MORRE EM HOSPITAL DO RN APÓS SER ATROPELADO POR CARROS QUE DISPUTAVAM RACHA

O adolescente, Nycolas Daniel Gomes de Lima da Cunha, de 13 anos, morreu após ser atropelado junto com a mãe ao voltar da igreja para casa em Natal, por dois carros possivelmente disputavam um racha. O caso aconteceu na ao lado de uma farmácia na avenida Santarém, no bairro Nossa Senhora da Apresentação.

 

Nycolas chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e teve morte cerebral confirmada nesta quarta-feira (20) no hospital. A mãe de Nycolas ficou ferida e precisou receber pontos na perna e na cabeça.

SOB LULA, BRASIL EVITA CONDENAR IRÃ NA ONU POR MATAR MULHERES

A repressão às mulheres pelo Irã, com silenciamento violento das manifestantes e uma onda de penas de morte aplicadas pelas autoridades de Teerã não parece ser um problema humanitário aos olhos do governo de Lula (PT). É o que sinalizou a decisão do Brasil, tomada ontem (20), de se abster e não votar favorável à proposta dos Estados Unidos e da União Europeia para a Organização das Nações Unidas (ONU) condenar o Irã pela violência imposta a mulheres.

 

A omissão do Brasil foi repetida na ONU pelos demais países do Brics, que não votaram por condenar o Irã, seu novo sócio no bloco, pelas atrocidades que mantém o tratamento desumano às iranianas. Mas o texto foi aprovado, obtendo o apoio de 77 países, entre eles outros governos progressistas como Chile, México, Espanha e Colômbia.

 

Depois de relativizar a democracia ao tratar da ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela, o Brasil envergonha maioria dos brasileiros de diversas ideologias que rejeitam o desrespeito aos Direitos Humanos, tanto da faminta população venezuelanas como das mulheres iranianas.

 

Além disso, a abstenção do Brasil na ONU contraria o discurso da esquerda e do próprio Lula que tenta passar imagem de combatividade a atos de violência e repressão de direitos das mulheres no país um uma das legislações que mais evoluem para proteger a vida das brasileiras.

 

Em março deste ano, a ONU já havia apontado que o Irã cometeu crimes contra a humanidade, na violenta repressão aos protestos majoritariamente pacíficos de 2022, após a jovem curda Mahsa Amini morreu aos 22 anos, em setembro daquele ano, sob custódia, três dias após ser presa por usar o véu de maneira que o Irã julgou ser “inapropriada”. 

 

Por causa destas manifestações por Direitos Humanos, o Irã prendeu 60 mil pessoas, entre mulheres, homens, meninos e meninas que cobravam justiça pela morte de Mahsa.

 

21 de novembro de 2024

“JOÃO GRANDÃO” É TRANSFERIDO PARA O PRESÍDIO FEDERAL DE MOSSORÓ

Investigado por homicídios e por escolta de carga de cigarros contrabandeados, o ex-policial militar João Maria da Costa Peixoto, conhecido como João Grandão, foi transferido na noite de terça-feira (19) para a Penitenciária Federal de Mossoró, no Oeste potiguar.

 

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, a Polícia Penal estadual transferiu o preso após alta médica e determinação da Justiça. Ele estava internado no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, sob escolta policial.

 

João Grandão foi preso no 18 de setembro, quando deu entrada no hospital baleado em uma troca de tiros com policiais. Ele chegou a ser transferido da unidade para um presídio estadual no dia seguinte, mas teve uma piora e voltou à unidade de saúde, onde estava desde então.

 

20 de novembro de 2024

HOMEM MATA PAI A FACADAS E ARRANCA A CABEÇA DELE EM PRAÇA PÚBLICA NO RN

Um homem matou o próprio pai a facadas e arrancou a cabeça da vítima na manhã desta terça-feira (19) em Natal. O caso aconteceu em uma praça no conjunto Potilândia, na Zona Sul da capital potiguar.

 

Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas por moradores da região e se depararam com o suspeito em fuga perto do campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O homem carregava a cabeça do pai em uma mochila.

 

O suspeito teria resistido à prisão e atirado rojões contra os policiais, que revidaram e o balearam na perna. Ele foi detido e, em seguida socorrido

 

Segundo a polícia, além da cabeça na mochila, o homem carregava um galão de gasolina, e outras armas, como a faca usada no crime.

 

Após a prisão, a bolsa foi levada para junto do corpo da vítima. O Instituto Técnico-Científico de Perícia e a Polícia Civil foram acionados ao local para realizar perícia e dar início à investigação.

NÚMERO DE ASSASSINATOS COMETIDOS POR SERIAL KILLER DE MACEIÓ PODE CHEGAR A 18

A Polícia Civil de Alagoas investiga outras mortes que podem ter sido cometidas pelo serial killer de Maceió, Albino Santos de Lima, de 42 anos. Ele já confessou oito homicídios, e a investigação encontrou provas de que outros dois assassinatos também foram cometidos por Albino, totalizando 10 mortes. Se as suspeitas da polícia se confirmarem, esse número pode aumentar para 18.

 

Albino foi preso no dia 17 de setembro em casa, no bairro da Ponta Grossa, no mesmo bairro onde cometia os crimes. Um exame balístico comprovou que 10 vítimas foram mortas por tiros disparados da arma apreendida com ele no momento da prisão.

 

Essas 10 mortes aconteceram entre outubro de 2023 e agosto de 2024 na mesma região, nos bairros Ponta Grossa e Vergel do Lago. Os outros 8 assassinatos, ainda sem autoria definida, foram cometidos entre 2019 e 2020, em outra parte da cidade em que Albino morava na mesma época.

 

Segundo a Polícia Civil, as suspeitas sobre Albino em relação a essas outras mortes, de inquéritos já arquivados, mas que serão reabertos para novas investigações, ganham força devido à forma como ele organizava os crimes no próprio celular: marcando no calendário a data de cada homicídio cometido.

 

OPERAÇÃO CONTRAGOLPE DEVOLVE AO PT ESPERANÇA DE PRENDER BOLSONARO

A Operação Contragolpe devolveu ao PT o sonho de prender Jair Bolsonaro (PL) para afastá-lo de vez das eleições de 2026 e carimbar nele a pecha de “ex-presidiário” usada pela direita contra Lula. Ativistas do PT, inclusive na mídia, foram à loucura na expectativa de colocar o ex-presidente no centro da trama para matar o presidente, seu vice e um ministro do STF. O decano Gilmar Mendes deu o tom e mostrou que não faltará disposição, durante entrevista a uma emissora de TV leal a Lula.

 

Falta esclarecer por que, mesmo após identificados, militares suspeitos foram mantidos na segurança do G20. Mole: eles não estavam lá.

 

Lula recebia três ministros do STF e os chefes da PGR e da PF, na noite de quinta (13), quando o suicida se explodiu na Praça dos Três Poderes.

 

Sabe-se agora que a reunião da fatídica noite, no Alvorada, discutiu a descoberta do plano de matar autoridades em dezembro de 2022.

 

Presente àquela reunião, Gilmar admite que “cogitar crime não é crime”, mas antecipa julgamento com a ressalva da “segurança nacional”.

19 de novembro de 2024

BOLSONARO EXPÕE NÍVEL DE JANJA LEMBRANDO MICHELLE

O ex-presidente Jair Bolsonaro nem precisou elogiar o comportamento da sua mulher, ex-primeira-dama Michelle, para criticar a atual ocupante do posto, que se tem destacado pelas bobagens que afirma e até por vulgaridades como insultar aos palavrões o empresário Elon Musk, futuro integrante do governo dos Estados Unidos. Habituado a comparar seus ministros com os atuais, Bolsonaro se recusa a cotejar as primeiras-damas: “não dá pra fazer comparação em nenhum aspecto”, avalia.

 

Quatro Estados querem Michelle disputando o Senado, sinal da sua popularidade. Mas ela deve ser candidata no Distrito Federal.

 

Nem a turma do cerimonial sabia o que fazer com Janja, que chegou com Lula para a recepção do G20. Cônjuges não estavam previstos.

 

Lula não desfilou de mãos dadas com Janja no G20. Petistas vazaram que ele estaria “irritado” com a vulgaridade do xingamento a Elon Musk.

PF PRENDE GENERAL E ‘KIDS PRETOS’ POR PLANO DE MATAR LULA, MORAES E ALCKMIN

A Polícia Federal deflagrou a Operação Contragolpe, nesta terça-feira (19), para buscar provas de crimes e prender cinco investigados por suspeita de integrar uma organização criminosa que planejava assassinar o presidente Lula (PT), seu vice Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com parte do plano de aplicar um golpe de Estado contra os vencedores das Eleições Presidenciais de 2022 e obstruir a atuação do Poder Judiciário. 

 

O general da reserva do Exército, Mário Fernandes, é um dos alvos dos mandados de prisão já cumpridos. Ele é ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo de Jair Bolsonaro (PL) e assessora o deputado também general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde. Os outros alvos são os militares do Exército chamados “kids pretos” Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira e Rodrigo Bezerra de Azevedo e o policial federal Wladimir Matos Soares. 

 

O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento dos mandados, no Rio de Janeiro, Goiás, Amazonas e Distrito Federal. Além das prisões preventivas, há três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem a proibição de manter contato com os demais investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes no prazo de 24 horas, e a suspensão do exercício de funções públicas. 

 

A PF relata que as investigações identificaram que a organização criminosa utilizou elevado nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022. Entre elas um detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, previsto para ser executado no dia 15 de dezembro de 2022, com objetivo de assassinar os então candidatos eleitos Lula e Alckmin. 

 

Outro plano criminoso seria prender e assassinar, após um golpe de Estado, o ministro Alexandre de Moraes, que vinha sendo monitorado continuamente.

 

 

 

18 de novembro de 2024

JANJA ENVERGONHA OS BRASILEIROS, DIZ DEPUTADO DO UNIÃO

Deputados federais de oposição ao governo Lula (PT), criticaram e reprovaram a atitude da primeira-dama Janja, que xingou o empresário e dono da rede social X, antigo Twitter, Elon Musk. 

 

O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) criticou a falta de compostura de Janja. 

 

“A primeira-dama mostrou, mais uma vez, que não compreende a responsabilidade do papel que ocupa. Suas palavras não apenas envergonham os brasileiros, mas também colocam em risco relações estratégicas com os EUA, especialmente em um momento em que Elon Musk pode desempenhar um papel central no governo Trump”, criticou. 

 

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), lembrou do investimento milionário do governo Lula como os da Itaipu Binacional e a Petrobras que destinaram R$ 33,5 milhões ao “Janjapalooza”, como ficou conhecido informalmente o Aliança Global Festival, evento organizado pelo Ministério da Cultura com a ajuda da primeira-dama, onde artistas petistas e apoiadores da campanha de Lula em 2022, como: Diogo Nogueira, Daniela Mercury, Seu Jorge, Zeca Pagodinho, Pretinho da Serrinha, Fafá de Belém, Jovem Dionísio, Maria Gadu, Alceu Valença e Ney Matogrosso, receberam bela boquinha.