Enquanto Donald Trump impõe tarifa adicional de 10% (15% em alguns casos) sobre parte dos produtos brasileiros, isenta 46% dos embarques (US$17,5 bilhões) e reduz a alíquota média sobre produtos brasileiros para cerca de 12,77%, tornando o País um dos mais beneficiados, o governo Lula (PT) transforma o pagador de impostos no maior alvo de uma escalada tributária sem precedentes. Desde sua posse, em 2023, Lula criou ou aumentou impostos em cerca de três dezenas de ocasiões.
Lula impôs nova taxação a cada 37 dias, em média: ressuscitou a Cide, aumentou PIS/Cofins, IOF, IPI, taxou investimentos e dividendos etc. etc.
Ele fez a carga tributária bruta saltar para 32,32% em 2024 (dados do Tesouro e Receita), maior patamar em 22 anos, e segue aumentando.
Na calada da noite, esta semana, por mera Resolução, Lula elevou o Imposto de Importação em até 25% sobre 1.252 produtos, até celulares.
A alegação cara-de-pau: “proteger a indústria nacional”. Como se o Brasil fabricasse iPhones, celulares Android, laptop, jogos eletrônicos.

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