12 de março de 2020

GOVERNO E MINISTÉRIO DISCUTEM CONTINUIDADE DA OPERAÇÃO DO AEROPORTO DE SÃO GONÇALO

O Governo do Estado acertou com o Ministério da Infraestrutura a participação de um membro da gestão estadual no grupo de trabalho que vai acompanhar o processo para a nova licitação do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante. 




 
A requisição para integrar o grupo foi feita diretamente pela governadora Fátima Bezerra ao ministro Tarcísio Gomes de Freitas e ao secretário nacional de Aviação Civil Ronei Saggioro Glanzmann durante reunião em Brasília-DF, na manhã desta quarta-feira (11). O nome indicado para compor o grupo de trabalho foi o do presidente da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), Bruno Reis.




A governadora voltou a destacar que o processo para substituição da Inframérica na gestão do aeroporto será monitorado de perto pelo Governo do Estado. 



O processo de relicitação da gestão do terminal aeroportuário, segundo o ministro da Infraestrutura, será tranquilo e sem prejuízos para quem chega ou sai do Rio Grande do Norte pelos ares.  "Será feito um termo aditivo ao contrato da concessionária para que ela cumpra os requisitos de operação, mantenha o serviço de excelência dentro dos padrões internacionais até que seja feita a transição. De antemão, digo à população que há interesse concreto no equipamento. Teremos um bom operador, que com certeza vai trazer novos voos e novas oportunidades para aproveitar o grande potencial que o estado tem", ressaltou Tarcísio Gomes de Freitas.



O Governo do Estado foi informado oficialmente pelo grupo argentino Inframérica no dia 5 de março sobre a desistência da operação do aeroporto, que foi licitada em 2011 como a primeira operação totalmente privada do setor no Brasil. Durante reunião, o vice-presidente do grupo, Jean Dedjeian, ressaltou os esforços do Governo do Estado para o crescimento do fluxo de voos e consequente incremento na atividade turística. O executivo também isentou a gestão estadual e a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante pela quebra de contrato, justificada pela empresa por seguidos prejuízos e dificuldades com a rigidez dos contratos e do marco regulatório da aviação.

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