3 de outubro de 2018

PRESOS QUE FUGIRAM APÓS REBELIÃO MORREM DURANTE CONFRONTO COM A POLÍCIA NO TO

Nove presos que fugiram do presídio Barra da Grota, em Araguaína, morreram durante confronto com a polícia em uma região de mata. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública e pela Secretaria de Cidadania e Justiça. Ao todo, 28 homens escaparam durante a tarde desta terça-feira (2) após tomar uma professora refém e fazer uma rebelião na unidade. 









Os corpos dos presos estão sendo encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína para serem identificados. Ainda segundo a Secretaria de Cidadania e Justiça, o chefe de plantão do presídio e a professora, que tem 43 anos, ainda estão sendo feitos reféns. 





A Polícia Civil pede para que informações sobre o paradeiro dos criminosos e dos reféns sejam repassadas pelo telefone 197. 





Os agentes penitenciários Mark Alves Garcia de Sousa, de 31 anos, e Magnun Alves Garcia de Sousa, de 28 anos, foram feridos com golpes de chuncho, arma atesanal, e foram levados para o Hospital Regional de Araguaína (HRA). Um deles também foi baleado. Os dois são irmãos. 





Um funcionário da empresa responsável pelos serviços de hotelaria, alimentação e manutenção da unidade também foi atingido por tiros. O homem foi medicado e passa bem, sem risco de morrer. 





Ainda segundo a secretaria, os presos estão cercados pelas polícias Militar, Civil e agentes do sistema prisional. "Uma operação está em curso para garantir a recaptura dos fugitivos, que estão cercados em uma área verde. Uma equipe está negociando a rendição dos fugitivos e liberação dos reféns", informou a secretaria em nota. 






A rebelião teve início às 14h40 e seguiu até às 16h, quando o grupo saiu do presídio. Imagens feitas por moradores logo após a fuga mostram um grupo de presos passando pelas ruas da cidade com agentes feitos reféns. 





Um dos vídeos foi feito de dentro de uma casa e é possível ver que um dos presos está em uma bicicleta. O número de presos que escaparam ainda não foi confirmado.


Fonte: G1/TO.

0 comentários:

Postar um comentário