22 de julho de 2017

SECRETÁRIO DE SAÚDE REAFIRMA QUE HOSPITAIS REGIONAIS NÃO SERÃO FECHADOS

Ao participar nesta sexta-feira (21) de uma reunião do Parlamento da Região do São Paulo do Potengi, na Câmara Municipal de São Paulo do Potengi, sobre o TAC (Termo de Ajuste de Conduta) assinado  pelo Governo do Estado, Ministério Público, Ministério Público do Trabalho e Tribunal de Contas do Estado, o secretário estadual de Saúde, George Antunes, foi enfático ao reafimar que não existe proposta de fechamento de hospitais: “a palavra fechamento é proibida dentro da Secretaria de Saúde e o próprio governador Robinson Faria tem dito isto”.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Antunes disse para secretários municipais de Saúde da região e para o prefeito de São Paulo do Potengi, José Leonardo Cassimiro de Araújo (Naldinho), presentes à reunião, que seria irresponsabilidade sua falar em fechamento de hospitais. “O que temos debatido é o reordenamento das unidades hospitalares, conforme o item 3.3 do Termo de Ajustamento de Conduta. Falar em fechamento de hospitais parte de movimentos políticos irresponsáveis para jogar à população contra o governo. Basta que se leia o TAC que se vai perceber que não se fala em fechamento de hospitais”.
 
 
 
 
 
 
O secretário estadual de Saúde ressaltou que o TAC é uma proposta do Ministério Público, Ministério Público do Trabalho e do Tribunal de Contas do Estado e que por este motivo o governo assinou o documento. “Estas instituições exigem a implantação de políticas efetivas voltadas para a segurança do trabalhador e para um serviço de qualidade à população e pra isso invocam os princípios da administração. Nós temos que cumprir sim o nosso papel”, enfatizou.
 
 
 
 
 
 
 
Para George Antunes não teria sentido nenhum o governo pensar em fechamento de hospitais quando tem investido neles  em reformas e equipamentos. “Portanto, essa discussão passa longe do fechamento de hospitais. Temos que ter velocidade, não dá mais pra gente ficar apenas no debate, temos que partir para ações, governo e municípios. O TAC acendeu a luz vermelha na Saúde. O que nós queremos é manter o mesmo diálogo que já foi iniciado aqui no Parlamento de São Paulo do Potengi. Temos que construir uma solução conjunta para a Saúde”.

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