25 de outubro de 2016

“GORDO DA RODOVIÁRIA” SE LIVRA MAIS UMA VEZ DE SER JULGADO POR MORTE DE F. GOMES

Ainda não vai ser desta vez que o comerciante Lailson Lopes, mais conhecido como 'Gordo da Rodoviária', voltará ao banco dos réus. Acusado de ser um dos mentores do assassinato do radialista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes, morto a tiros no dia 18 de outubro de 2010 em Caicó, cidade da região Seridó potiguar, Lailson deveria ser novamente julgado na manhã desta quarta-feira (26), mas a defesa dele alegou que já havia sido intimada para participar de uma outra audiência, no mesmo dia e horário, e que não haveria tempo hábil para constituir um representante substituto. O pedido de adiamento foi aceito pelo juiz Luiz Cândido de Andrade Villaça, mas o magistrado ainda não definiu uma nova data. 
 
 
 
"Devemos marcar este novo júri ainda este ano, mas o julgamento só deverá acontecer em 2017, provavelmente ainda no primeiro semestre", disse Villaça.
 
 

O juiz explicou que Lailson Lopes vai enfrentar um novo júri popular porque ele já encarou o banco dos réus uma primeira vez. Aconteceu no dia 12 de abril de 2014. Na ocasião, o comerciante foi condenado a 14 anos de prisão. No entanto, o Ministério Público entendeu ter havido um erro no procedimento e requereu a anulação do júri. O magistrado acatou o recurso e decidiu por um novo julgamento.
 
 
 
Em razão da anulação do júri realizado em 2014, no dia 31 de março deste ano Villaça concedeu relaxamento de prisão e o comerciante foi solto. Desde então Lailson aguarda o novo júri em liberdade.
 
 
 
Embora solto, o comerciante deve comparecer à autoridade constituída sempre que intimado, não pode mudar de residência sem prévia permissão, não pode se ausentar por mais de 8 dias de sua residência sem comunicar o fato ao juiz e ainda deve comparecer diariamente à Penitenciária Estadual do Seridó, o Pereirão, para assinar livro de presença.
 
 
 
Do Blog: Parece que vamos ter que esperar pela justiça divina, pois as do homem tá difícil! Ele está tendo várias chances. Quantas o colega F. Gomes teve ou terá? Nenhuma!
 
 

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