O lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, costumava citar o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), ao tratar com parceiros comerciais e fornecedores, segundo relato de um ex-funcionário.
De acordo com o depoimento, o Careca do INSS esbanjava uma suposta relação direta com Lulinha como forma de conferir prestígio e influência política aos seus negócios, especialmente em tratativas envolvendo a área da saúde e contratos com o governo federal.
Por segurança, a identidade da testemunha foi preservada. Segundo o relato, o ex-funcionário teria sofrido ameaças do lobista em junho de 2025, após o avanço das investigações.
Em depoimento à PF, a testemunha afirmou que o “Careca” dizia pagar uma “mesada”
de R$ 300 mil a Lulinha, além de ter antecipado cerca de R$ 25 milhões,
valor cuja moeda não foi especificada, relacionados a dois projetos
estratégicos: o chamado Projeto Amazônia e um Projeto de Teste de
Dengue.

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