Ao prometer na campanha de 2022 um “revogaço” de decretos de sigilo do antecessor Jair Bolsonaro, para “restaurar a transparência” e acabar o “obscurantismo”, Lula (PT) estava apenas mentindo para o eleitorado. O governo do petista impôs milhares de sigilos, dos gastos extravagantes das viagens de Janja, sua mulher, às evoluções dos seus empresários favoritos, Joesley (que o delatou na Lava Jato) e o irmão Wesley, passando pela recusa de cumprir a Lei de Acesso a Informações (LAI).
Dados da Controladoria-Geral da União e relatórios independentes revelam total de 3.287 sigilos entre 2023 e 2025, ignorando a LAI.
O governo Lula desrespeitou a LAI, de forma obstinada, própria de quem tem muito a esconder, recusando 16% dos pedidos de informações.
Virou piada Lula jurar em 2022 a uma radio paulistana, mentindo, o revogaço de tudo “que Bolsonaro está criando para defender os amigos”.
Só em 2023, o primeiro ano, Lula decretou sigilo de 100 anos em 1.339 pedidos de informação, contra 1.332 no último ano de Bolsonaro (2022).

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