15 de fevereiro de 2019

COM TRANSFERÊNCIAS, 1º E 2º ESCALÕES DE FACÇÃO DE SP FORAM ISOLADOS, DIZ PROMOTOR



O promotor responsável por pedir à Justiça a transferência de 22 líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) para presídios federais em outros estados disse, que a remoção isolou o primeiro e o segundo escalões da facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios, com ramificações internacionais. Lincoln Gakiya disse acreditar que não haverá retaliação por parte do crime organizado. "O Estado se preparou. A inteligência vem se preparando. As polícias estão posicionadas", avalia.










“Seria muita pretensão da nossa parte. O que eu acho é que essa geração de líderes pode ser modificada”, afirmou Gakiya, que atua no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP) em Presidente Prudente, interior de São Paulo. 





As declarações foram dadas no dia seguinte à remoção de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e mais 21 integrantes da facção. Os criminosos foram levados de unidades prisionais paulistas para penitenciárias federais em Mossoró, no Rio Grande do Norte, Brasília (DF), e Porto Velho, em Rondônia. 





A megaoperação de transferência foi autorizada pela Justiça e envolveu representantes do MP e de forças de segurança do governo paulista, além das forças armadas. 




O motivo da transferência? O grupo foi acusado por Gakiya de planejar seu resgate e de outros membros onde estavam detidos em São Paulo. Eles ainda são acusados de planejar ataques criminosos em outros estados.

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