24 de outubro de 2018

MULHER MORRE APÓS FAZER LIPO E COLOCAR SILICONE EM CLÍNICA DE BH

Uma mulher morreu em Itabirito, na Região Central de Minas Gerais, após passar por uma cirurgia estética em uma clínica de Belo Horizonte. De acordo com Adriana Vaz, que é parente da vítima, na última quarta-feira (17), Renata Bretas, de 36 anos, colocou prótese de silicone e fez uma lipoaspiração nas axilas na clínica Forma, na Região Centro-Sul da capital mineira; no pós-operatório ela já teria passado mal, mas recebeu alta e voltou para Itabirito. 





Ainda segundo Adriana, Renata chegou a voltar à clínica na sexta-feira (19) pois estava sentindo muitas dores, lá ela teria passado mal novamente. A paciente foi liberada pelos médicos e retornou a Itabirito, conforme a cunhada. “Ontem conversei com ela, estava bem. Hoje ela me chamou, estava branca, com a boca espumando. Levamos para o hospital”. Conforme Adriana, Renata teve parada cardíaca e já chegou sem vida ao hospital, onde tentaram reanimá-la, mas sem sucesso. 





A cunhada disse que os médicos do Hospital São Vicente de Paula informaram que Renata teve uma embolia pulmonar. 





O corpo de Renata foi velado e sepultado em Itabirito  nesta terça-feira (23). Ela deixa um filho de seis anos. 




De acordo com o dono da clínica Forma, Fernando Amaral, Renata fez a cirurgia no local e recebeu alta preenchendo todos os requisitos para isso. Disse ainda que a unidade possui a certificação e oferece todas as condições para a cirurgia e afirmou no pré-operatório são feitos exames e consultas e a cirurgia só é feita se estiver tudo normal. 




 
Segundo o médico que realizou a cirurgia, Frederico Vasconcelos, não houve nenhum problema durante o procedimento e o atendimento pós-operatório. No retorno na sexta-feira, ela teria se queixado de dores nos seios, mas não falou sobre dificuldades respiratórias e déficit sensitivo, que são indicadores de embolia. O médico afirmou ainda que a paciente era saudável, que não tinha histórico de embolia na família, o laudo de risco cirúrgico não apresentou nenhuma contraindicação e a alta foi “absolutamente” normal, que Renata estava bem. Disse ainda que a embolia pode não necessariamente estar relacionada à cirurgia. Afirmou que fez o melhor para a paciente.

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