28 de março de 2017

MÃE E FILHOS SÃO PRESOS SUSPEITOS DA MORTE DE HOMEM POR CAUSA DE R$ 100

Policiais da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) prendereram uma mulher de 58 anos e os dois filhos dela pelo homicídio de Nagib Pereira da Silva. O crime aconteceu no Paço da Pátria, Zona Leste de Natal. De acordo com a polícia, a motivação do assassinato foi R$ 104,50 que Nagib teria recebido da suspeita para comprar camarão e acabou gastando o dinheiro com drogas.
 
 
 
 
Um irmão da vítima também foi preso suspeito de ter ajudado no crim. Nagib Pereira foi assassinado no dia 24 de fevereiro deste ano, após ter sido atingido por disparos de arma de fogo disparados por dois homens.
 
 
 
 
 
A Polícia Civil descobriu que a mulher de 58 anos decidiu encomendar cinco quilos de camarão a Nagib, pelo preço de R$ 20,00 o quilo. Tal valor abaixo do preço praticado do mercado. No dia 22 de fevereiro, a mulher entregou o valor de R$ 104,50 para que Nagib efetuasse a compra. Ele deveria usar R$ 100 para comprar o camarão e R$ 4,50 para comprar óleo que seria usado para fazer a travessia até o viveiro.
 
 
 
 
 
 
No dia 23 de fevereiro, a mulher foi buscar a encomenda e dirigiu-se até a casa da mãe de Nagib, que informou que o filho teria usado o dinheiro para consumir drogas. Inconformada com a situação, a suspeita teria feito ameaças para a mãe da vítima, informando que tinha um filho policial.
 
 
 
 
 
 
Durante interrogatório na Polícia, a suspeita confirmou que mentiu sobre a existência de um filho policial. A mãe da vítima, com medo das ameaças, chegou a oferecer pagar R$ 100 para quitar a dívida do filho. Tal ato não foi aceito pela mulher.
 
 
 
 
 
Na noite do dia seguinte, 24 de fevereiro, Nagib foi assassinado. A DHPP descobriu que a mulher de 58 anos teria mandado os dois filhos executarem a vítima. No dia do crime, o irmão de Nagib, teria indicado local exato onde ele estava. Os quatro foram autuados por homicídio qualificado, sendo a mulher como mandante, os dois filhos como executores e o irmão da vítima como partícipe do assassinato.
 
 
 
Fonte: G1/RN.

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