29 de maio de 2020

DEPUTADOS COBRAM DO ESTADO INSUMOS PARA PACIENTES COM COVID-19 NO RN

Os deputados estaduais Coronel Azevedo (PSC), Dr. Bernardo (Avante), Gustavo Carvalho (PSDB) e Sandro Pimentel (PSOL), se pronunciaram no horário destinado aos líderes na sessão remota desta quinta-feira (28). O Coronel Azevedo deu início aos discursos relatando uma informação que lhe teria sido passada por profissionais da área da saúde estadual que ele acha por bem preservar: “Falta insumo necessário para o procedimento de intubação dos doentes”, disse.




Segundo Coronel Azevedo, para o cidadão ser intubado é necessário que se aplique uma sedação porque o processo é agressivo. “A falta dos insumos tem levando profissionais da saúde ao desespero. Os pacientes ficam, literalmente, brigando pela vida”, disse Coronel Azevedo. “Sem sedação não se consegue manter o paciente intubado”, afirmou o deputado Dr. Bernardo, que seguiu o pronunciamento de Coronel Azevedo.




O deputado Dr. Bernardo também comentou a sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro, que garante a liberação de R$ 60 bilhões para estados e municípios, sendo R$ 10 bilhões para ações de combate à Covid-19, R$ 30 bilhões para os estados e R$ 20 bilhões para municípios.




O Dr. Bernardo, ainda falou de eleições municipais e sugeriu que a bancada federal escutasse sua sugestão para manter o pleito em 4 de outubro, no primeiro turno e o segundo turno, em 25 de outubro. Em 2020, eleitores irão às urnas para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.




O aniversariante do dia, deputado Sandro Pimentel voltou a falar sobre a CPI da Arena das Dunas e anunciou para esta sexta-feira (29), a reunião com os membros da Comissão, onde serão definidos o presidente, o vice e o relator.




Sandro Pimentel falou ainda sobre a empresa contatada pelo Governo do Estado, para o funcionamento dos restaurantes populares. “Não é caça às bruxas, mas o dinheiro público precisa ser preservado”. Sandro Pimentel se referia ao atraso nos salários dos prestadores de serviço, e a pressão que eles recebem para, mesmo diante do atraso de mais de 20 dias do pagamento, assinarem o recibo da entrega de contracheque, assinando como se tivesse recebido no primeiro dia de pagamento.

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