9 de setembro de 2020

ÁLVARO DIAS VAI “DERRETER” QUANDO NATAL DESCOBRIR CASOS DE NEPOTISMO, DIZ KELPS LIMA

O candidato do Solidariedade à Prefeitura do Natal, Kelps Lima, disse nesta terça-feira 8 que o prefeito Álvaro Dias, que atualmente lidera as pesquisas de intenção de voto para o Executivo, “vai derreter” quando a cidade descobrir o envolvimento dele em casos de nepotismo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. 

 

 

“Eu não acredito que Natal vá eleger um prefeito que fez nomeações de todos os seus parentes, nomeações ilegais, quando foi presidente da Assembleia Legislativa. É o cara que mais faz nepotismo na história do Rio Grande do Norte. Natal não conhece Álvaro”, afirmou Kelps, em entrevista à 96 FM.

 

 

Na avaliação do candidato do Solidariedade, Álvaro Dias tem tido bom desempenho nas pesquisas de intenção de voto por causa das ações da prefeitura no combate à pandemia do novo coronavírus, e não por reconhecimento da população de seu histórico político. “Natal viu Álvaro na pandemia. Todos os prefeitos do Brasil cresceram e qualquer um cresceria”, enfatizou.

 

 

Kelps ressaltou que Álvaro Dias faz parte do mesmo grupo político que controlou a Prefeitura do Natal durante quatro mandatos e que, segundo ele, não desenvolveu a cidade em nenhuma área. “A cidade não é referência em nenhum índice nacional de gestão, educação ou saúde. Álvaro será derretido na eleição quando for apresentado a Natal”, acrescentou.

 

 

Reportagens  mostrarm que pelo menos 10 parentes de Álvaro Dias são investigados por terem sido nomeados entre os anos de 1990 e 2002 para cargos efetivos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte sem ter prestado concurso público previamente. O Ministério Público Estadual (MPRN) denunciou a irregularidade em 2008.

 

 

Além desses 10, outros 183 servidores respondem como réus na mesma investigação. O caso, que está distribuído em 21 processos distintos, ficou conhecido como “Trem da Alegria”. De acordo com o MPRN, além de não terem prestado concurso, esses servidores tinham deputados estaduais como padrinhos políticos ou relação com alguma pessoa influente. Em algumas circunstâncias, os funcionários admitidos sequer preenchiam requisitos técnicos – casos de assessores jurídicos sem formação em direito que foram nomeados.

 

 

Fonte: Agora RN.

 

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